quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

10/01/2019 - Comparativos e Retrospectiva 2018


Resumo desse último ano de 2018.

Nas corridas:
- Completei 10 anos na prática do esporte;
- Fiz 273 atividades entre treinos e corrida ao longo do ano;
- Fechei 365 corridas oficiais desde 2009;
- Concluí 32 corridas oficiais nas distâncias entre 3km e 42km durante o ano;
- Concluí 7 meias maratonas no ano e a minha 55ª no total;
- Concluí 3 maratonas no ano: POA, Floripa e Curitiba, e a minha 16ª no total;
- Conquistei 4 troféus na categoria e 1 troféu em dupla com a Aninha;
- Participei da corrida Wings for Life pela 1ª vez no Rio de Janeiro;
- Subi o Morro da Cruz pela 1ª vez correndo, em FLN/SC
- Completei a minha 10ª participação na Corrida de Angelina, com direito a homenagem especial;
- Completei a minha 9ª participação na Corrida Internacional de São Silvestre;
- Não consegui baixar nenhum tempo das principais distâncias;
- Não tive lesões mais graves. Somente dores desconfortáveis temporariamente;
- Gastei menos com inscrições de corridas que a média dos últimos 6 anos - R$ 1.553;
- Recebi vários honrosos convites de organizadores para participações nas corridas;
- Queimei mais de 170.000 calorias na atividades físicas;
- Corri aproximadamente 2.344 km por 262 horas, durante o ano todo.

Nas redes sociais:
- No Blog "Minha Vida de Corredor" atingimos mais de 190.000 visualizações;
- No Facebook atingimos 1.270 seguidores na página da Minha vida de Corredor - Eduardo Hanada: https://www.facebook.com/eduhanada/;
- No Instagram @minhavidadecorredor chegamos à 800 seguidores no primeiro ano.
- No Instagram @eduhanada chegamos à 1800 seguidores

Nas mídias:
14/04/2018 - Site Esportudo - "Melhores maratonistas brasileiros em atividades hoje"
03/2018 - Revista Corre Brasl - Março/2018 - 3 páginas (16, 17 e 18) contando a minha história

10/01/2019 - Comparativos e Retrospectiva 2018


Resumo desse último ano de 2018.

Nas corridas:
- Completei 10 anos na prática do esporte;
- Fiz 273 atividades entre treinos e corrida ao longo do ano;
- Fechei 365 corridas oficiais desde 2009;
- Concluí 32 corridas oficiais nas distâncias entre 3km e 42km durante o ano;
- Concluí 7 meias maratonas no ano e a minha 55ª no total;
- Concluí 3 maratonas no ano: POA, Floripa e Curitiba, e a minha 16ª no total;
- Conquistei 4 troféus na categoria e 1 troféu em dupla com a Aninha;
- Participei da corrida Wings for Life pela 1ª vez no Rio de Janeiro;
- Subi o Morro da Cruz pela 1ª vez correndo, em FLN/SC
- Completei a minha 10ª participação na Corrida de Angelina, com direito a homenagem especial;
- Completei a minha 9ª participação na Corrida Internacional de São Silvestre;
- Não consegui baixar nenhum tempo das principais distâncias;
- Não tive lesões mais graves. Somente dores desconfortáveis temporariamente;
- Gastei menos com inscrições de corridas que a média dos últimos 6 anos - R$ 1.553;
- Recebi vários honrosos convites de organizadores para participações nas corridas;
- Queimei mais de 170.000 calorias na atividades físicas;
- Corri aproximadamente 2.344 km por 262 horas, durante o ano todo.

Nas redes sociais:
- No Blog "Minha Vida de Corredor" atingimos mais de 190.000 visualizações;
- No Facebook atingimos 1.270 seguidores na página da Minha vida de Corredor - Eduardo Hanada: https://www.facebook.com/eduhanada/;
- No Instagram @minhavidadecorredor chegamos à 800 seguidores no primeiro ano.
- No Instagram @eduhanada chegamos à 1800 seguidores

Nas mídias:
- 14/04/2018 - Site Esportudo - "Melhores maratonistas brasileiros em atividades hoje"
- 03/2018 - Revista Corre Brasl - Março/2018 - 3 páginas (16, 17 e 18) contando a minha história

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

31/12/2018 - 94ª Corrida Internacional de São Silvestre 2018

Foto: Felipe da Cruz - Foco Radical
94ª Corrida Internacional de São Silvestre 2018

Era pra ser a minha 10ª participação na Corrida Internacional de São Silvestre, mas pelo imprevisto ocorrido na "Edição de 2010" completei somente a minha 9ª participação. A 10ª ficará para o final de 2019. Uma curiosidade é que tenho também a medalha de 2010. Esse foi o único ano que ela veio junto com o kit, entregue antes da prova. Na época achei bem estranho esse procedimento, mas está guardada de recordação.

Consegui comprar as passagens aéreas somente em Setembro quando o preço abaixou um pouco. No total foram R$ 442,52 ida e volta (FLN-GRU-FLN), com as taxas inclusas. Como no início do ano preciso pelo menos despachar uma bagagem tive que incluir uma bagagem extra antecipada, no valor de R$ 50 cada trecho, com direito a reservar o assento antes do check-in, por isso o preço ficou maior. Comparando com o ano passado paguei mais de 50% à mais.

Cheguei em São Paulo no sábado, dia 29/12. Como a corrida seria somente na segunda, dia 31/12, iria aproveitar o final de semana. Após aterrizar em Guarulhos fui retirar o kit de participação. Nesse ano houve uma alteração no local da entrega, mudando do Centro Esportivo do Ibirapuera para o Palácio de Convenções do Anhembi. Como sou de Guarulhos ficou melhor pra mim. Para quem foi de UBER do aeroporto de Congonhas gastou em torno de R$ 35, como foi o caso da Aninha.

O novo local da retirada do kit me facilitou. Havia estacionamento ao lado, R$ 20 a diária. As instalações eram amplas e não vi nenhuma fila para o lado de fora como acontecia no Ibirapuera. Aliás, não peguei fila alguma dentro também. A organização fez uma divisão por cores/paces para balancear a entrega. O ambiente mais fresco e arejado, permitiu que pudéssemos ver os produtos da Expo com mais calma. Por lá encontrei a Aninha, que veio do Paraná, e os amigos Jabson e Juciana de Floripa.

A qualidade da camiseta foi bem elogiada pelos atletas. Na Expo, além do kit, também deram uma caixinha com 3 esmaltes e um protetor solar spray fator 30 para quem quisesse. Tinha muitas promoções na feira, principalmente de vestuários e acessórios para corrida. Eu aproveitei pra renovar a assinatura da Revista Contra-Relógio e comprei uma camiseta regata São Silvestre 2018 pra correr a prova. Kits retirados, fomos às compras na 25 de Março e comer o delicioso sanduíche de mortadela no Mercado Municipal de São Paulo.

No domingo, véspera da prova, fomos ver as preparações na Av. Paulista e já ficamos pelo Hotel Mercury Paulista (R$ 278), na rua São Carlos do Pinhal. A localização foi excelente, bem próximo da Av. Brigadeiro e paralela a Av. Paulista. Gostei bastante dessa opção, e apesar de não ter piscina, ficou sendo a minha preferência para as próximas. Também permitiram check-out late até às 13 horas, só confirmado no dia da prova. Um outra opção foi o Hotel Transamérica Executive, onde alguns outros amigos ficaramm, a poucos metros dali.

O dia da prova amanheceu bonito e quente como era esperado, sem chances de chuva. Após tomarmos um bom café da manhã, que foi servido à partir da 6 horas, fomos para o local da largada. O acesso à Av. Paulista já estava todo restrito e para chegar aos respectivos setores de cada atleta era necessário ir pelas ruas paralelas. A organização foi rigorosa e houve um forte controle na entrada para cada um desses setores. Eu e a Aninha que estávamos em setores/cores diferentes tivemos que nos separar para entrar na Av. Paulista.

Não queria largar muito atrás, pois ficamos muito encaixotados, principalmente no início da prova. Tinha como meta pessoal fazer o percurso abaixo de 1h20min. Fomos o mais a frente possível, conseguindo nos posicionar no meio do pelotão verde, logo após o da elite. Para conseguir isso chegamos com cerca de 1h15min de antecedência. Nossa sorte é que a Av. Paulista é cercada de prédios altos por todos os lados, e bloqueou a incidência do sol diretamente enquanto aguardávamos.

Muitos amigos e amigas estavam presentes na prova e foi difícil encontrar a turma toda. Na largada ficamos eu a Aninha, a Juciana, a Lia e a Marina, Lilian Ramos, seu Antônio e mais um pessoal de Floripa, esperando. O Jabson conseguiu ir mais pra frente. Até que o tempo passou rapidinho assistindo a animação da galera, fazendo os registros e acompanhando as redes sociais pelo celular.


Finalmente às 9h05min foi dada a largada, com um pequeno atraso. Levamos cerca de 2min36s até chegar e passar pelo portal efetivamente, onde é feito o registro do chip. Nesse instante parece que a nossa mente muda por completo, do modo festivo para o modo competitivo. E lá fomos nós achar espaço para correr. A Aninha ficou atrás fazendo alguns registros e eu fui do jeito que deu.

Minha empolgação inicial durou pouco, pois logo na saída da Av. Paulista, no viaduto da Dr. Arnaldo, o fluxo praticamente parou e tive que puxar o freio e seguir por alguns metros caminhando. Acho que por causa das  TV's, o pessoal parava em frente às câmeras, e não fluía.  O resultado disso foi o meu pior pace da prova de 6:34 min/km, já desanimando com a perda desse tempinho valioso. Normalmente o 1º km é o meu melhor. Mas tudo bem, essa passagem pelo viaduto é energizante com a empolgação dos atletas e do público fazendo barulho e festa.

Muito gente filmando e fazendo selfies, inclusive eu. Porém seguia no meu ritmo e não parava como alguns se arriscavam no meio daquela multidão. Na descida da Rua Major Natanael, que dá acesso ao Estádio do Pacaembu, só vi um atleta voltando "contra o fluxo" perguntando se alguém viu um IPHONE 6. Situação complicada e perigosa numa descida com centenas de atletas descendo em disparada. Tomara que tenha conseguido encontrar o aparelho, mas acho difícil.

Até chegar a Av. Pacaembú, cerca de 2 km depois, tive que correr pelas calçadas para não perder muito tempo. A partir do 2º km ficam mais largas e é possível correr mais solto podendo cadenciar melhor o ritmo. Só assim pude voltar a rodar com pace abaixo de 5 min/km. Essa 1ª parte até o 6º km é bem favorável aos atletas e temos que aproveitar pra ganhar um tempinho enquanto descemos. A 2ª parte só sobe, culminando com a temida Av. Brigadeiro.


Altimetria

Os postos de hidratação estavam distribuídos de 3 em 3 km e com o forte calor foram muito bem-vindos nas minhas passagens. Peguei um copo em todos eles pra hidratar e pra dar uma refrescada na cabeça que já estava quente com o sol. Até que os copos de água estavam gelados ainda.

Do 7º km em diante, já chegando próximo ao centro de São Paulo, os paces começaram a ficar acima de 5 min/km e a minha passagem pelos 10 km no Largo do Arouche registrou 51min47s, bem acima do que costumo fazer. Isso por causa da perda de tempo no início.

No 8º km e no 11º km passamos pelo conhecido cruzamento da Av. Ipiranga com a Av. São João, após fazer o trecho mais truncado da prova com várias quebradas de ruas. Até que eu estava me sentindo bem a essa altura da prova e só imaginando a hora da chegada na Av. Brigadeiro. O sol já começava a castigar e eu transpirava bastante.

Sabia que com o meu início truncado seria difícil chegar na minha meta, mesmo assim corri dentro do limite possível. Passamos pela Praça Ramos de Azevedo, percorremos a Rua Cel. Xavier de Toledo, em seguida a Rua Dona Maria Paula e chegamos finalmente na Av. Brigadeiro com exatos 13 km percorridos. Como na subida a gente acaba reduzindo, saquei a câmera que levava no bolso e fui fazendo o registro, mas sem perder muito tempo.

O início da Av. Brigadeiro é tranquilo com a subidinha mais leve (vide km 14 na tabela), mas ela vai ficando mais íngreme a medida que avançamos. O esforço fica maior e o sol intenso também nos desgasta. Porém, eu estava decidido a subir sem caminhar. O bom é que nesse trecho é a parte que o publico se concentra e passa aquela energia final por meio de gritos, toques de mãos e aplausos. Não deixam a gente parar !!!

Durante a subida, passei pelo amigo Enio do podcast "Por Falar em Correr". Um pouco mais a frente concluindo o 14º km o posto de hidratação foi de "cerveja". Um grupo animado distribuía copos de cerveja aos atletas que quisessem. Não tive dúvidas e peguei a minha bem geladinha pra turbinar até o final. Deu até pra dar um oi pro amigo #bloggerrunbrasil @correr_r10 que já havia avisado que estaria por lá. Muito bom e refrescante.


Logo à frente já era a virada para a Av. Paulista e a chegada foi ficando mais emocionante, com o público em volta dando aquele apoio na reta final. Nem via mais o cronômetro. Era só curtir os metros finais. Cruzei o portal de chegada com o meu Garmin registrando 1h21min02s. Logo pensei: se não fossem aqueles minutinhos perdidos no início tinha dado o sub 1h20min como planejado. Tudo bem, pelo menos tinha melhorado alguns segundos em relação ao tempo do ano passado, que tinha sido de 1h21min16s. Posteriormente, no resultado oficial, percebi uma diferença de uns 10 segundos a mais ao que registrei pelo Garmin em relação ao tempo líquido, e alguns amigos também sinalizaram esse ocorrido.

Após cruzar a linha de chegada tivemos que andar bastante até os tanques de hidratação. Bebi muitos copos de água para me recompor da desidratação durante a prova. Retirei a medalha, entregue mediante o canhoto que vinha junto ao número de peito, e recebi o kit lanche pós-prova composto por uma sacolinha com barras de cereais, torrone e bananinha. Não teve frutas e nem isotônico, nem durante o percurso. Acho que cortaram de vez.

Em seguida encontrei a Aninha, que também já tinha chegado. Ela estava contente, pois conseguiu melhorar o seu tempo abaixando mais de 3 minutos em relação ao ano passado. Excelente, pois vem evoluindo a cada ano. Não deu pra ficar muito tempo por ali, pois com o horário avançado precisávamos fazer check-out no hotel, que ainda nos liberou até às 13 horas.

A missão estava cumprida e pudemos encerrar bem o ano e o calendário de corridas de 2019. Minhas principais observações para a São Silvestre desse ano foram: o local mais agradável para a retirada do kit no Anhembi, melhora na qualidade da camiseta, controle rígido e restrito aos atletas no acesso à largada na Av. Paulista e na chegada. Além disso, notei uma boa diminuição no número de pipocas e personagens fantasiados também. Por último, seria muito bom se antecipassem o horário da largada, que ocorre às 9 horas, uma vez que essa época do ano é muito quente e o sol costuma sempre estar presente.

Percurso e condições climáticas da São Silvestre 2018
Kit da 94ª Corrida Internacional de São Silvestre.
A caixa de esmaltes e o protetor solar não integram o kit original
Com os meus pais sempre apoiando, principalmente a logística em São Paulo
Essa não poderia faltar. A fila para a foto era maior que a da retirada do kit
Vai um pedaço aí ? Sanduíche de mortadela no Mercado Municipal pré-prova.
Alguns amigos presentes na  94ª Corrida Internacional de São Silvestre 2018
Foco Radical garantindo os registros no percurso
(Foto: Christian S. Mendes - Foco Radical)
Subida da Av. Brigadeiro e o público incentivando
Chegando na Av. Paulista e dá-lhe mais vibração positiva
Sprint final para ultrapassar o Airton Senna e cruzar a linha de chegada
E chegamos assim em mais uma São Silvestre...
Eu e a Aninha com as medalhas na subida da Av. Brigadeiro
Com a medalha e o painel com o MASP ao fundo

Local: Av. Paulista - São Paulo/SP
Data: 31/12/2018
Horário: 09:00 hs (9:07 hs)
Distância: 15 Km (15,31 km)

Inscrição: R$ 185,00
Kit: Sacola, camiseta, 2 barrinhas banana + ameixa 25g, amostra de cânfora, sachê de cappuccino 250g, sachê de carbogel e número do peito com chip descartável.

Tempo: 1h21min08s
Pace: 5:18 min/Km
Tênis: Asics Nossa FF

2018
Colocação: 340 de "2.332" (45-49 anos)
Colocação: 2.378 de "17.629" (masculino)
Colocação: "2.548" de "26.155" (geral)

2017
Colocação: 398 de 2.384 (45-49 anos)
Colocação: 2.818 de 17.973 (masculino)
Colocação: 3.012 de 25.958 (geral)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

23/12/2018 - 15ª Corrida de Natal do Pereba - FLN / SC

15ª Corrida de Natal do Pereba - FLN/SC


No último final de semana participamos da 15ª edição da Corrida de Natal do Pereba. Uma tradicional corrida de rua realizada em Dezembro, sob a organização do amigo Analto Romalino. O percurso abrange as ruas dos bairros Bom Abrigo, Abraão e Coqueiros, em Florianópolis, e nos possibilita percorrer e admirar um lindo visual às margens das praias de Coqueiros.

Desde 2012 alguns amigos Loucos por Corridas participam dessa confraternização entre os corredores, onde alguns correm vestidos de Papais e Mamães Noéis, e distribuem guloseimas para as crianças no percurso. Eu particularmente abandono qualquer intenção de desempenho e corro só curtindo e agradecendo mais um ano de saúde e de conquistas pessoais.

Antigamente a corrida era realizada no meio da tarde e dessa vez passou para às 8:30 da manhã de domingo. Muito melhor, pois correr à tarde, depois do almoço, não era fácil e geralmente já estava mais quente e sujeito a pancadas de chuva.

Na entrega do kit tivemos uma novidade, com a distribuição de um gorro e uma camiseta vermelha alusiva ao evento para serem usadas durante a corrida e devolvidas ao seu final. Ficou bem legal com quase todos os atletas uniformizados dando aquele clima natalino.

A distância dessa prova é padrão e única, de aproximadamente 5,75 km. Não há outras opções. O percurso não é dos mais planos e são 4 subidas na ida e 4 na volta, sendo uma delas mais íngreme. O tempo ajudou. Estava seco e encoberto. Melhor pra correr como Papai Noel. Mesmo assim optei por não ir com a calça e nem a barba, e sim de bermuda.

Com a quantidade de atletas chegando, a largada atrasou um pouquinho para que desse tempo para todos se inscreverem, pois as inscrições são sempre feitas momentos antes da corrida. No total foram cerca de 100 atletas participando nessa grande corrida de confraternização.

Eu e a Aninha nem precisamos nos aquecer. Ela iria correr em ritmo de trote, levando o saco de guloseimas e distribuindo pelo percurso. E eu iria acompanhá-la junto com mais alguns outros amigos Noéis que também iriam distribuindo balas e doces. Vide vídeo a seguir.

Vídeo Corrida de Natal do Pereba 2018


No momento da largada estava tão entretido com o sininho, filmadora, saco de doces, que esqueci de acionar o Garmin e só lembrei alguns metros depois. Por isso acabei usando o registro da Aninha que estava correndo comigo durante todo o percurso. Ficou bonito de ver esse início com um verdadeiro tapete vermelho de atletas.

Alguns atletas correram forte e pra valer, mas um grupo foi só curtindo ao longo do percurso num ambiente bem descontraído, filmando, fotografando, distribuindo doces, acenando, dando Feliz Natal. No retorno com cerca de 2,9 km percorridos teve um posto de hidratação. Nem pude pegar água, pois estava com as mãos ocupadas. Também nem deu sede.

Durante a volta, vários carros passavam buzinando e desejando um Feliz Natal. No trote que nós fomos nem senti que tinha percorrido os quase 6 km. O tempo passou rapidinho e tudo foi bem tranquilo e divertido.

Chegamos com quase 40 minutos de prova. A grande maioria dos atletas já tinha terminado e já estavam aproveitando a bela recepção com as deliciosas guloseimas disponíveis. Eram doces, frutas, cucas, gelinho, aǵua, refrigerantes, sucos, achocolatados, e para a minha surpresa saiu até uma rodada de pastel de carne, frito na hora. É lógico que durou somente alguns minutos e sorte que consegui garantir o meu. Nunca tinha visto isso em uma prova.

Como é padrão das corridas do Pereba cada atleta que chegava escolheu a sua medalha e o seu troféu. Quem chega antes pode escolher os melhores. Depois teve a corrida das crianças e a cerimônia de premiação. Os cinco primeiros colocados gerais masculinos e femininos receberam o cobiçado saco do Pereba, recheado de produtos sortidos. Também teve a formação do pódio até a 5ª  colocação por faixa etária. Consegui ficar em 10º lugar dos 10 atletas da minha categoria !!!

Completamos com isso mais um ano de corridas em Santa Catarina com essa gostosa prova que vem melhorando e surpreendendo a cada ano. Mesmo com recursos escassos e limitados o amigo Analto consegue reunir os amantes do esporte para uma verdadeira festa de confraternização entre os corredores. Destaque esse ano para a camiseta alusiva ao evento e o pastel pós-prova. Está de parabéns pelo acolhimento aos atletas. Ano que vem também quero !!!

Agora só falta a última corrida do ano: a Corrida Internacional de São Silvestre, em São Paulo. 

 Percurso da Corrida de Natal do Pereba 2018
Alguns amigos presentes
 
Grupo de Noéis ainda no início
Foto retirada de uma filmagem feita de um veículo que passou
 Nossa chegada
 Pastel frito na hora no pós-prova
Com os amigos e o organizador da Corrida de Natal: Analto Romalino
(Foto: Confraria das Corridas)

Local: R Médico Miguel Salles Cavalcanti - Em frente a Padaria Vó Zulma - FLN/SC
Data: 23/12/2018
Horário: 08:30 h (8:51 hs)
Distância: 6 Km (5,83 km)

Inscrição: R$ 20,00
Kit: Camiseta de Natal com devolução após a corrida. Somente o número de peito

Tempo: 39min50s
Pace: 6:50 min/Km
Tênis: Nike Revolution 4 vermelho

Colocação: 10 de 10 (45-49 anos)
Colocação: 60 de 65 (masculino)
Colocação: 80 de 97 (geral)

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

15/12/2018 - Corrida de Natal - Diogo Trindade - Palhoça / SC

Foto: Ana Paula Marcon
Corrida de Natal - Diogo Trindade de Natal - Palhoça / SC

Resultados 5 km (não disponível)
Fotos da corrida FB

As corridas mais longas do ano acabaram e consequentemente comecei a aliviar os treinos. Só fica faltando a tradicional Corrida Internacional de São Silvestre com seus 15 km, que já não exige mais aqueles longões de horas. Agora fica mais fácil encaixar as corridas mais curtas para terminar bem o ano. E uma delas foi a Corrida de Natal Diogo Trindade, no município de Palhoça / SC.

Pelas minhas contas essa é a 4ª edição da corrida que acontece sempre com largada na Praça 7 de Setembro, no centrinho. Nessa época ela já está toda enfeitada e iluminada com as decorações de Natal e fica muito bonita. Acaba sendo mais um atrativo para os atletas que participam e que levam os seus familiares.

A organização do evento foi encabeçada pelo Diogo Trindade, grande atleta que se destaca nas competições em Santa Catarina. Fiz as inscrições durante a semana: minha, da Aninha e do meu amigo Edson do IFSC, que está criando gosto pelas competições. A distância foi única e de 5 km para todos.

A retirada do kit pôde ser feita na Loja Decathlon da SC-401 na sexta-feira à noite, em Florianópolis, ou horas antes da largada, no local da prova. A maioria optou por retirar o kit no dia, pois a Decathlon fica muito fora de mão em relação à Palhoça e foi em horário crítico de congestionamento. Eu optei por chegar mais cedo, às 16:30, para retirá-lo e já ficar para a corrida.

Gostei do kit, com camiseta, uma garrafa para água com escala e algumas amostras de produtos alimentícios. Como chegamos cedo a retirada foi tranquila, mas a fila foi aumentando com o passar do tempo. Não seria utilizado chip para cronometragem e a classificação seria feita no antigo sistema de "espetos".

Enquanto aguardávamos, aproveitamos para curtir a praça, que tinha Papai Noel gigante, sua casinha, vários bonecos de neve (meio assustadores), iluminação e decorações natalinas, carrinhos de guloseimas e até uma máquina de fazer "neve", que soltava os floquinhos de tempos em tempos, durante alguns minutos. Bem divertido e até eu aproveitei. Tive a oportunidade de encontrar a atleta Edlaine de Videira, que estava aproveitando a sua passagem pela grande Florianópolis e foi participar da corrida.

O dia todo estava muito quente e a disposição para correr 5 km era pouca. O calor deixa a gente com moleza. Imagino que deva acontecer com quase todos os corredores. Menos mal que o sol estava encoberto, caso contrário estaria bem pior. A largada prevista para às 19 horas atrasou uns 15 minutos, por causa da igreja que estava no horário da missa.

Estimo que participaram cerca de 250 atletas no total, sendo que a prova contou com a grande participação dos atletas PCD´s, principalmente do Projeto Sexto Sentido e do Instituto Paulo Escobar. Muito legal que a cada prova cresce o número desses guerreiros com os seus guias. Uma inclusão crescente no mundo das corridas.

Fiz um breve aquecimento e fui me alinhar pra largada, que acabou ocorrendo às 19:14. Largamos pela Av. Barão do Rio Branco. Com cerca de 300 m viramos à esquerda e fizemos o retorno pela Rua José Maria da Luz, por onde corremos cerca de 1 km. Não queria largar forte, mas como fui no embalo o 1º km acabou saindo com pace de 4:19 min/km. Minha intenção era manter o pace médio em 4:30 min/km.

Após 1,3 km percorridos, entramos pela extensa reta da Av. Elza Luchi com cerca de 1,4 km até o retorno. Estava bem e melhor que o planejado, com pace de 4:27 min/km no 2º km. O bom dessa corrida é que ela é toda plana e dá pra desenvolver um ritmo constante.

No 3º km, já retornando, consegui recuperar algumas posições, mas já não estava fácil manter o ritmo forte. O pace subiu para 4:34 min/km. Em provas de 5 km é nesse momento que começo a sentir mais e ficar com aquela vontade de caminhar. Não teve posto de hidratação. Eu normalmente nem uso água nessas prova rápidas, mas muitos atletas sentem falta, ainda mais quando está calor.


No finalzinho da Av. Elza Luchi completamos o 4º km, que é sempre o mas difícil pra mim. Foi o meu pace mais alto, 4:37 min/km, mas pelo menos não estava tão fora. Entramos novamente pela Av. Barão do Rio Branco, onde mais a frente estava a chegada. Outra grande reta. Acelerei o que foi possível pois ainda estava dentro do meu objetivo, mas no limite.

Cheguei com o tempo líquido de 21min51s, conforme meu Garmin, mas sabia que a distância seria menos que 5 km. Como não tinha controle por chip considero esse o oficial. A distância registrada foi de 4,86 km. Senti que tinha feito uma boa prova e consegui o planejado pace médio de 4:30 min/km. Nada mal para quem vinha somente de provas e treinamentos longos.

Logo que cheguei fui me hidratar, pois estava com muita sede. Respirei um pouco e fui acompanhar a chegada da Aninha, que cruzou o portal com pouco mais de 28 min e sofreu com o calor. Lembrei depois de retirar a medalha. Já estava escurecendo e a iluminação de Natal da praça ficou toda acesa, deixando o cenário ainda mais bonito.

A apuração do resultado foi manual, no sistema "espeto", e demorou um pouco. Provas com esse número de participantes precisam de um sistema mais automatizado. Teve premiação com troféus para a geral masculina/feminina e para as categorias por faixa etária até a 3ª colocação. Até o momento a empresa responsável pela cronometragem e apuração não divulgou os resultados de todos os atletas.

Em resumo, a prova é realizada em uma época bem legal, aproveitando a estrutura da praça que está toda decorada para o Natal. Para quem gosta de uma corrida rápida e plana é uma excelente opção. Também vale a pena levar a família, que pode aproveitar as demais atrações. Esse ano tivemos até a queda de "neve" que fez a alegria da criançada. Alguns ajustes se fazem necessário para uma próxima edição, como a cronometragem e hidratação durante o percurso.


Percurso 5 Km (4,86 km)
 Kit da Corrida de Natal Diogo Trindade
 Aproveitando a praça toda enfeitada
A Aninha gostou desse boneco #sqn.
Com a amiga Edlaine que veio de Videira
Amigos atletas: Anselmo e Anderson

No 1º km correndo pela Rua José Maria da Luz
 Com o amigo Arnon que vem evoluindo a cada prova
 Com a querida D. Eni que foi homenageada e premiada !!!
Eu e a Aninha depois da prova sob "neve"
Medalha da Corrida de Natal Diogo Trindade

Local: Praça 7 de Setembro - Palhoça / SC
Data: 15/12/2018
Horário: 19:00 hs (19:14 hs)
Distância: 5 Km (4,86 Km)

Inscrição: R$ 30,00 (em grupo)
Kit: Sacolinha, camiseta, garrafa para água, quadradinhos de granola 80g, barra de Supino 24g, sachê de carboidrato 30g e número de peito.

Tempo: 21min51s
Pace: 4:30 min/km
Tênis: Nike Revolution 4 (vermelho)

Colocação: 05 de xxx (45-49 anos) - estimado
Colocação: 38 de xxx (masculino) - estimado
Colocação: 40 de 200 (geral) - estimado

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

09/12/2018 - 2ª Meia Maratona São José - Florianópolis / SC

Foto: Foco Radical
2ª Meia Maratona São José - Florianópolis / SC

Já tinha encerrado as minhas participações em provas longas esse ano com a Maratona de Curitiba, no mês passado. Porém, durante a semana me bateu aquela vontade de fazer essa 2ª edição da meia maratona, nada programada. Mesmo porque acontece no "quintal de casa", onde costumo treinar quando tenho que fazer uma quilometragem maior.

A prova cresceu e deu um salto em número de inscritos, passando dos cerca de 600 atletas no ano passado para 1200 atletas esse ano. Além da distância principal de 21 km, que poderia ser feita individualmente, em dupla ou em quarteto, tinham as opções de distâncias de 5 km e 10 km. Praticamente metade dos atletas estavam inscritos nos 5 km. A organização ficou novamente por conta da ACORSJ.

A entrega dos kits foi no Supermercado Angeloni de Capoeiras, no sábado, véspera do evento. O local era bem próximo da largada o que facilitou para quem se hospedou na região. Mesmo tendo me inscrito sem o kit fui retirar o meu número de peito e chip com o Gabi na hora do almoço. Também retirei o kit da amiga Andrea Pasold do grupo Mulheres que Correm (@mulheresquecorremoficial) e que mantém o blog "A vida é uma corrida". Até que o movimento estava bem tranquilo, só havia uma pequena fila para os 5 km. Era necessário levar um quilo de alimento não perecível.

O clima durante a semana esteve frio e no dia da prova continuou fresquinho e bom para correr. Não estava muito quente e o sol estava encoberto. Mesmo morando a alguns metros do local da largada chegamos cedo, às 5:50. A Aninha dessa vez foi só me acompanhar e dar uma força, depois de um final de semana anterior puxado com as corridas de Angelina e da FATENP.

Eu fui bem despreocupado e descompromissado para essa meia maratona. Sabia que o percurso era pesado por conta dos morros do Abraão, por isso a ideia era só tentar melhorar o tempo do ano passado, que tinha sido um desastre, 1h51min38s. Assim, estava bem leve e sem ansiedade alguma para correr. Acho que isso foi bom.

Fiz cerca e 5 minutos de aquecimento e já fui me alinhar para a largada. Como é de praxe, primeiro saíram os atletas PCD´s com os seus guias. Minutos depois foi a nossa vez, com os atletas das distâncias dos 5 km e dos 21 km (individual, dupla e quarteto). E por último, depois de alguns minutos, os atletas dos 10 km.


Largada dos 5 km e 21 km. Vídeo: Ana Paula Marcon

Largamos pela pista da beira mar de São José, parcialmente fechada, no sentido de Florianópolis. Percorremos cerca de 900 metros até virarmos à direita e acessar a faixa de ciclismo da beira mar. Como nesse início eram muitos atletas corri boa parte do tempo pela calçada, pois estava mais livre e e estou acostumado. Meu pace inicial, ficou entre 4:46 e 4:56 min/km, sem forçar e correndo leve.

O retorno foi feito no final da beira mar (Praia Comprida) e voltamos novamente pela pista fechada parcialmente. Passamos em frente ao local da largada e os atletas dos 5 km encerravam as suas participações por lá. Nós, dos 21 km, seguíamos reto no sentido Florianópolis novamente, mas dessa vez, sem retornar pela beira-mar. Como a maioria dos atletas fez 5 km, desse ponto em diante o caminho ficou tranquilo e espaçado para correr.

Estava me sentindo bem com essa largada mais conservadora, mas sabia que depois dos 7 km a parte mais pesada da prova estava por vir. Ainda consegui manter o pace abaixo de 5 min/km até esse momento, mas iniciando os morros não teve jeito e diminuí um pouco o ritmo.

Havia vários pontos de hidratação e fiz uso dos copos de água em quase todos os postos. Que bom que estavam geladinhos e refrescavam bastante. Eu não conseguia vencer a sede. O amigo e fotógrafo da Foco Radical, Alexandre Santiago, fez um belo registro do exato momento em que eu me hidratava correndo e não queria perder o ritmo.


Logo acessamos a Rua João Meirelles e em seguida a Rua Rosato Evangelista, com 8,5 km. Nessa última cruzamos com vários atletas dos 10 km que subiam e já retornavam para concluírem as suas provas. Deu pra sentir a dificuldade de como seria a subida da volta. Com certeza o trecho mais pesado da meia maratona.

Chegamos então na extensa Rua Des. Pedro Silva e seguimos reto, margeando as praias de Coqueiros, entre subidas e descidas. No Clube Trintão, com pouco mais de 10 km percorridos ficava o posto de troca do revezamento, motivo pela qual havia uma boa concentração de atletas. Passei bem por ali e sabendo que estava na metade da prova, começava a ficar confiante. Os 10 km tinha fechado em 49:08. Deu até para posar para uma bela foto feita pelo amigo Jeffrey Messa.


Passamos em frente ao Parque de Coqueiros (12º km) e continuamos até passar por baixo da Ponte Hercílio Luz, ainda em reforma. O ponto de retorno para os 21 km foi no 13º km, e além de receber uma garrafa de isotônico, recebemos uma pulseira de controle que teoricamente seria conferida na chegada, para que os atletas mal intencionados não cortassem caminho e retornassem antes.

Com a sede que eu estava bebi quase toda a garrafa de isotônico e segui mantendo o pace próximo de 5 min/km. Na passagem do 15º km ainda estava dentro do ritmo, com o tempo de 1h14min05. Meu grande medo seriam as subidas no final, quando estaria bem mais cansado, e elas estavam próximas.

A pior parte foi no 18º km com a pior das elevações. Mentalmente pensei em subir trotando devagar, sem caminhar, mas fisicamente não deu, e andei morro acima por alguns metros. Dessa forma, não cheguei tão acabado no topo e logo consegui recuperar o ritmo. Meu pace nesse km 18 foi de 5:40 min/km.

Encerrados os morros, consegui restabelecer o pace abaixo de 5 min/km e até a alcançar alguns atletas que tinham me passado na minha breve caminhada. Sempre de olho no relógio. Já sabia que iria melhorar o tempo do ano passado, mas fazendo as contas rapidamente vi que dava até pra sair um sub 1h45min.

Quando entrei novamente pela Beira-mar de São José me animei e vim acelerando concentrado numa chegada bem forte, literalmente contra o relógio. Cruzei o portal de chegada com o tempo líquido de 1h45min11s. A Aninha que me esperava, teve que dar um pique maior ainda pra chegar no portal e fazer um dos melhores registros das minhas chegadas. Simplesmente ficou demais !!!


Não consegui o sub 1h45min, mas reduzi em 6 minutos o meu tempo do ano passado e acabei fazendo a minha melhor meia maratona de 2018. Justo nessa que tinha o percurso mais difícil e não seria a das melhores para se fazer tempo. Vai entender !!! Só sei que fiquei muito feliz e contente com o meu desempenho.

Na chegada, recebi a minha medalha, tomei uns copos de água, isotônico, comi um pedação de melancia e, como é de costume nas corridas da ACORSJ, tomei uns 3 copos de Coca-cola bem geladinhos. Que delícia depois de uma suada meia maratona.

Encontrei a Aninha e ficamos juntos com os amigos assistindo a premiação. Gostei do resultado. Fiquei na 6ª colocação na minha categoria (45-49 anos) e na 60ª colocação geral. Depois aproveitei para fazer uma boa massagem na lombar com a Equipe da Elementos Assessoria Eventos, que mais uma vez esteve presente prestando um ótimo serviço de apoio aos atletas.

Meia maratona muito boa e que veio para ficar, com um percurso desafiador passando pela Beira-mar de São José, Praias de Coqueiros, e Beira-mar do Estreito. Na 1ª edição eu tinha registrado um único detalhe que senti falta, o isotônico, e esse ano teve no retorno dos 21 km na beira-mar do estreito e na chegada. Estrutura e arena de concentração do evento excelente e distância precisa na meia maratona. Parabéns a organizadora ACORSJ e a toda a sua equipe. 

Percurso 2018 (21,13 Km)
Eu e o Gabi indo retirar o kit no Supermercado Angeloni de Capoeiras
Kit da 2ª Meia maratona São José - Florianópolis 2018
A Aninha foi me acompanhar, torcer e fazer os belos registros
Alguns amigos presentes na 2ª Meia Maratona São José - Florianópolis / SC 
No começo é só alegria. Com pouco mais de 2 km na Beira-mar de São José.
(Foto: Alexandre Santiago - Foco Radical)
  Volta na passagem pelo bairro Coqueiros
(Foto: Equipe Confraria das Corridas)
Passando para a Beira-mar do Estreito com a Ponte Hercílio Luz ao fundo
(Foto: Foco Radical)
Acelerando na reta final
(Foto: Ivone Griss)
 Massagem revigorante da Elementos Massoterapia, depois dos 21 km
Medalha da  2ª Meia Maratona São José - Florianópolis
Certificado da 2ª Meia maratona São José - Florianópolis 2018

Local: Beira mar de São José
Data: 09/12/2018
Horário: 7:00 hs (7:07 hs)
Distância: 21,097 Km (21,13 Km)

Inscrição: R$ 50,00 (sem kit)
Kit: Sacolinha, camiseta, sachê de café cappuccino 100g, barra de frutas 20g, quadradinhos de granola 35g, squeeze, número de peito e chip descartável.

Tempo: 1h45min11s
Pace: 4:59 min/Km
Tênis: Asics Gel Noosa FF

Colocação: 006 de 017 (categoria 45-49 anos)
Colocação: 054 de 137 (masculino)
Colocação: 060 de 179 (geral)