domingo, 20 de março de 2022

06/03/2022 - Bodyaction Run Florianópolis

 Foto: Alexandre Santiago - Foco Radical
Bodyaction Run Florianópolis 2022

Resultados 5km e 10km

Fotos da Corrida FB (by Eduardo Hanada)

A Bodyaction Run Florianópolis estava prevista para acontecer em 2020 e prometia ser um grande evento, organizada pela Noblu Sports, a mesma que organiza as etapas da conhecida ASICS Golden Run (meias-maratonas). Porém, só agora, depois de passarmos pela fase crítica da pandemia que ela pôde ser realizada.

Eu tinha feito a inscrição há mais de dois anos e nem lembrava mais a distância que eu havia escolhido. Só descobri mesmo quando fui retirar o kit. Tinha me inscrito para os 10 km e a Aninha nos 5 km. Estas eram as distâncias disponíveis. Achei até bom, pois poderia testar como me sairia nessa distância, que não corri em provas em todo o ano passado.

A entrega do kit foi na loja da Cia da Saúde do bairro Estreito, em Florianópolis. Foi realizada na sexta-feira e no sábado que antecederam o evento. Retirei o meu kit, da Aninha e de alguns amigos ainda durante a sexta-feira. Como esperado, o kit foi generoso, com destaque para a linda camiseta, viseira, e os acessórios adicionais: galão de água e coqueteleira. Excelente, e a turma toda adorou. A retirada foi bem tranquila.

A largada estava prevista para o Trapiche da beira-mar norte, às 6 horas. Bem cedo é melhor para evitar o sol e o calor nessa época do ano. Eu e a Aninha chegamos às 5 horas para conseguir lugar para estacionar próximo. A estrutura já estava toda montada. E uma coisa chamou a atenção, o portal de largada e chegada estava localizado nas pistas do meio, e toda a estrutura no bolsão do Trapiche. As pistas para chegar no portal não foram fechadas para o trânsito de veículos.

Essa prova seria um bom teste pra ver o meu atual rendimento nos 10 km, que é a distância que eu  costumo rodar nos treinos. Antes da pandemia eu percorria essa distância abaixo de 50 min sem grandes dificuldades, mas no momento não consigo chegar nem perto disso. E olha que nem peguei COVID-19. Deve ser falta de treino mesmo. Mas esse seria o meu desafio.

A largada para as duas distâncias (5km e 10km) foram juntas. Uma boa parte dos atletas ainda manteve o uso das máscaras na concentração até o momento da partida. Saímos pela pista central da avenida beira-mar no sentido norte. Apesar de cedo já estava abafado.

Minha ideia inicial era correr próximo do pace de 5 min/km para fechar a prova perto dos 50min. Porém, só consegui mesmo no 1º km, ainda na empolgação da largada. Corri sem forçar tanto no início, mas mesmo assim logo já estava todo molhado de suor. Percebi que o dia não seria nada fácil.

O percurso dos 10 km foi todo pela beira-mar norte até a altura do Terminal de Integração da Trindade (TITRI), ida e volta. Quando da passagem pelo retorno fiz questão de conferir e o Garmin marcava exatos 5 km. O percurso estava aferido. Quanto aos atletas dos 5 km, incluindo a Aninha, fizeram o retorno antes, na altura dos 2,5 km. Percurso plano e e todo em asfalto.

Como estava quente demais fiz questão de pegar água em todos os postos de hidratação. Inicialmente até consegui manter o pace de 5 min/km baixo, e imaginei que poderia dar uma acelerada na parte final. Estava dentro da minha expectativa até o 6º km , mas logo depois do retorno a respiração foi complicando e transpirava cada vez mais. 

Tentei evitar ao máximo caminhar, mas a partir do 7º km não consegui e fiz umas paradinhas rápidas, principalmente nos pontos de hidratação. O plano inicial de um possível sub-50min já não tinha mais jeito. O desempenho na corrida estava bem próximo que nos treinos. Acredito que a alta umidade e o calor também influenciaram no resultado final.

Por conta dessas paradinhas os paces dos quilômetros finais foram todos acima dos 5:30 min/km, mas mesmo assim achei que não foram tão ruins. Com o extremo calor o corpo pedia uma desaceleração. Nunca suei tanto. E foi assim até a linha de chegada. 

Cruzei o portal com o tempo bruto de 52min37, mas o tempo líquido ficou em 52min30. Não foi fácil. Cheguei bem exausto e assim que parei demorei alguns minutos pra me recuperar. Alguns atletas chegaram bem debilitados por conta do excesso de calor. A minha hidratação foi com vários copos de água e de isotônicos. Perdi até a conta. Tinha que recuperar o liquido perdido no caminho. Logo em seguida retirei a medalha (igual para as duas distâncias) e uma camiseta de finisher.

A Aninha, que fez os 5 km, já estava por lá e fez o registro da minha chegada. Ela estava voltando para as corridas e concluiu os 5 km em 29min42, ficando na 6ª colocação da 47 atletas da sua categoria. Por lá não conseguimos ver o resultados na totalidade, só as chamadas na cerimônia da premiação.

A premiação foi para os cinco primeiros colocados gerais masculino e feminino nas duas distâncias, e teve uma medalha especial para os primeiros colocados por categoria de faixa etária. Como não tinha achado bom o meu desempenho eu nem imaginava que teria chance de alguma premiação. E realmente não me chamaram para o pódio da categoria 50-54 anos. Normal.

Passados dois dias, o amigo Lucena, me avisou que tinham corrigido a classificação da nossa categoria por faixa etária e com isso eu tinha ficado com a 1ª colocação, sendo o campeão da categoria 50-54 anos nos 10km. Fiquei surpreso com a notícia, pelo meu tempo relativamente alto, mas foi verdade e já tinham corrigido inclusive o resultado no site. Tentei contato com a organização para tentar receber a medalha, mas até o momento não tive resposta. De qualquer forma fiquei muito feliz com o resultado. Não é sempre que isso acontece.

Percurso de aproximadamente 10km 
Kit Body Action Run Florianópolis
Retirada do kit na loja Cia da Saúde do Estreito
Ainda no início é só alegria.
(Foto: Felipe Cruz - Foco Radical)
Reta final. Quase chegando
(Foto: CCA - Foco Radical)

Eu e a Aninha com as medalhas e as camisetas de Finisher
Com as medalhas no painel Bodyaction Run
Chegada. Tempo líquido: 52min30
Foto: (Ana Paula Marcon)
Medalha da Bodyaction Run Florianópolis
Campeão da categoria 50-54 anos
Certificado Bodyaction Run Florianópolis - Campeão da categoria

Local: Trapiche Beira-mar norte - Florianópolis/SC
Data: 06/03/2022
Horário: 6:00 (6h04)
Distância: 10km (10,01 km)

Inscrição: R$ 63,20 (cortesia)
Kit: Sacolinha, Camiseta, viseira, um galão de água 1,6l, uma coqueteleira 600 ml, uma barra de castanha 30g, dois carbogéis 30g, número de peito com chip descartável, e camiseta de finisher.

Tempo: 52min30
Pace: 5:15 min/km
Tênis: Saucony Kinvara 11

Colocação: 01 de 006 (50-54 anos)
Colocação: 42 de 101 (masculino)
Colocação: 53 de 145 (geral)

sábado, 5 de março de 2022

20/02/2022 - Santander Track & Field Run Series Villa Romana

Foto: Alexandre Santiago (Foco Radical) 

Santander Track & Field Run Series Villa Romana

Fotos da Corrida FB (by Eduardo Hanada)

Depois de dois anos sem provas da Track &Field Run Series em Santa Catarina, tivemos a edição da Etapa Shopping Villa Romana (antigo Shopping Iguatemi). É uma das minhas provas preferidas principalmente pela qualidade do kit, estrutura disponível, percurso plano e em asfalto. 

É um evento que tem preço em conta e uma ótima qualidade de serviços e estrutura, que ficam a disposição dos atletas. Para clientes Santander tem um desconto de 25% para até duas pessoas. Aproveitei para fazer a minha inscrição e da Aninha, além de usar um cupom de desconto de 10% da amiga Karla (@runninginfloripa). O valor da inscrição individual ficou em R$ 63,20.

As distâncias da prova são de 5 km e 10 km (em 2 voltas). O percurso é igual à da antiga T&F Run Series Shopping Iguatemi, sendo uma grande reta de ida e de volta. Bem plana e em asfalto. Boas condições para quem busca fazer RP (recorde pessoal) nessas duas distâncias. Eu costumava correr os 10 km nessa prova, mas como pensei que fosse outro percurso pela mudança do nome do shopping acabei me inscrevendo para os 5 km.

A entrega do kit foi na loja da Track & Field do Shopping Villa Romana. Quando fui retirar o meu kit e da Aninha, na quinta-feira ainda, descobri que era o antigo Shopping Iguatemi. Acredito que só foi a mudança do nome mesmo. A retirada foi tranquila. Kit com a tradicional camiseta padrão Track&Field que eu gosto muito e alguns outros brindes. Os atletas também tinha um desconto de 15% para compras na loja.

A estrutura para receber os atletas é a melhor de todas. Podemos utilizar o estacionamento do shopping gratuitamente para guardar o carro (até as 10 horas), utilizar os sanitários do shopping, além dos serviços de massagem pela Elementos Massoterapia, e várias tendas de distribuição de brindes e serviços na área externa.

Como não tem mais horário de verão a largada foi marcada para as 6 horas do domingo, bem cedinho. O  bom é que evitamos um pouco o calor intenso e o sol forte dos últimos dias. Melhor para correr e sofrer menos suando. Minha expectativa para a prova era tentar um sub-25 min ,porque ultimamente não estava mais conseguindo correr constante abaixo de 5 min/km.  

No dia da prova a Aninha, ainda em final de quarentena por causa da COVID-19, optou por não participar. Acabei indo com o Enio do @porfalaremcorrer. Tivemos que madrugar para chegar perto das 5h10 no local da prova. O estacionamento já estava aberto a partir das 4h30. Outra mudança que o chip não é mais aquele retornável, que tínhamos que devolver no final. Foi utilizado o chip descartável.

A largada aconteceu simultaneamente para os atletas dos 5 km e 10 km, às 6 horas. A quantidade de atletas ainda não foi como nas últimas edições de antes da pandemia, mas já contava com uma boa presença. A orientação era ficar de máscara na concentração e depois retirar após a largada. E foi o que fiz. Larguei e na primeira curva já guardei a minha máscara.

A minha intenção era não fazer uma saída forte pra não morrer nos últimos quilômetros, mas quando vi estava completando o meu 1º km com pace de 4:29 min/km. Fiquei contente em ver a parcial, mas preocupado por ter ido mais forte que deveria. Não tem muito jeito quando saímos juntos de vários outros atletas e ficamos naquela empolgação inicial.

O 2º km, já mais disperso, não rendeu tanto com o pace subindo para mais de 4:40 min/km. Não queria forçar pra não quebrar no final, mas também queria tentar manter próximo do ritmo inicial. Complicado administrar isso. Geralmente acabo optando por manter o ritmo mais intenso até onde conseguir.

O percurso é uma reta só de ida e volta pela av. beira mar norte até a altura do prédio do Ministério Público Federal, sendo que para a distância de 10 km são duas voltas. A distância da largada até o ponto de retorno foi de 2,5 quilômetros exatos, o que garantiria a distância correta dos 5 km na chegada.

Um pouco depois do retorno o meu gás foi acabando e como acontece sempre nas minhas corridas de 5 km fui reduzindo o ritmo por conta da respiração ofegante, que já estava no limite. O 3º km ainda ficou no pace de 4:45 min/km. Logo apareceu um posto de hidratação e o curioso foi a distribuição de água em latinhas (tipo as de refrigerantes). Nunca tinha visto. O pessoal do staff já abriam as latinhas para facilitar para os atletas que passavam. Em corridas de 5 km eu nem me hidrato durante a prova e só no final que fui ver essa novidade. 

Meus dois últimos quilômetros (4º e 5º km) foram bem sofridos. A vontade de caminhar foi imensa, mas ao mesmo tempo não queria perder os segundos que poderiam ser importantes para o sub-25min. O Enio, que estava fazendo os 10 km e ainda teria outra volta, passou por mim facilmente. Até tentei acompanhá-lo, mas não deu mesmo.

Não via a hora de chegar, mas quanto mais exausto, mais parecia que estava distante. O jeito foi não pensar que estava chegando. No último quilômetro percebi que o meu objetivo principal daria, mas aí fui  brigar pelo sub-24min. Me esforcei pra não diminuir muito o ritmo, que já estava quase nos 5 min/km.

Na chegada, cruzei o portal com pouco mais de 24 min. Ainda teria uns descontos por conta do tempo efetivo líquido. Ficou para conferir depois, no resultado final da prova. Chegando, bebi duas latinhas de água e uma caixinha de água de côco pra me hidratar bem, pois já estava bem quente. Retirei a medalha, recebi uma máscara nova, e fiquei aguardando os amigos chegarem e dando uma olhada nos serviços oferecidos no pós prova.

O pós-prova da T&F Run Series é excelente, com serviço de massagem, distribuição de café 3 corações quentinho, cappucino gelado, distribuição de cerveja Michelobi Ultra, água, frutas, e serviço de impressão de fotos, além de ter vários painéis para registros, inclusive com o nome dos atletas inscritos. Garanti o estoque de cerveja e cappucino da semana. Bom lembrar de levar um saquinho ou mochila para as guloseimas pós-prova.

A premiação na Track & Field Run Series é somente para a geral das distâncias no feminino e no masculino. O amigo Jabson subiu ao pódio, conquistando a 3ª colocação geral nos 10 km. Mais uma vez mandou super bem. Eu nem sabia, mas apesar do meu tempo líquido de 24 minutos ter sido alto, fiquei na 1ª colocação de minha nova categoria (50-54 anos). Legal.

Depois da chegada de todos os amigos e aquela confraternização pós-prova fomos tomar um bom café da manhã no Angeloni ao lado. Fomos eu, Enio, Renato, Jany, Juciana e Jabson. Pena que a Aninha não pode ir, mas o lugar estava reservado.

Percurso de aproximadamente 2,5 km (2 voltas)
Kit da Santander Track & Field Run Series Villa Romana
Retirada do kit na loja do Track & Field no Shopping Villa Romana
Eu e o Enio (@porfalaremcorrer) chegando. Ainda escuro.
Em frente a entrada do Shopping Villa Romana
Já retornando. Lá vem a galera atrás.
Foto: (PVV - Foco Radical)
Chegada. Tempo líquido: 24 min
Foto: (CRI - Foco Radical)
Painel com nome dos inscritos
Alguns amigos presentes na Track & Field Run Series Villa Romana
Medalha da Track & Field Run Villa Romana
Certificado Santander Track & Field Run Villa Romana - Campeão da categoria

Local: Shopping Villa Romana - Florianópolis/SC
Data: 20/02/2022
Horário: 6:00 (6h02)
Distância: 5 km (5,02 km)

Inscrição: R$ 63,20 (com cartão Santander com desconto de 25%)
Kit: Sacolinha, Camiseta, um copo, uma garrafinha de cappucino, um brownie Belive sem açucar (40g), número de peito com chip descartável.

Tempo: 24 min
Pace: 4:46 min/Km
Tênis: Saucony Kinvara 11

Colocação: 01 de 019 (50-54 anos)
Colocação: 64 de 261 (masculino)
Colocação: 73 de 563 (geral)

sábado, 19 de fevereiro de 2022

05/02/2022 - Night Run Costão do Santinho - Arraial

Foto: Alexandre Carvalho - Foco Radical

Night Run Costão do Santinho 2022 - FLN/SC

Nesta 11ª edição da Night Run Costão do Santinho completei a minha 10ª participação nessa prova, que também iniciou o meu calendário de corridas 2022. Foi com muita satisfação e alegria que registrei mais essa marca de 10 corridas numa mesma prova ao longo dos últimos anos. 

Sou muito grato a organização, em especial aos amigos Eduardo Marcondes e Said Ali, por poder fazer parte da equipe de influenciadores e divulgadores dessa prova, que é uma verdadeira festa, com muita alegria, energia e uma boa dose de desafio. Este ano foi tudo perfeito, quase voltando a normalidade de antes da pandemia. Alguns procedimentos para melhor segurança dos atletas quanto a transmissão da COVID-10 foram mantidos, mas não precisou ser tão rígido com o da última edição ocorrida no final do ano passado.

A entrega dos kits foi realizada na Loja Decathlon, na SC-401, na sexta-feira e no sábado (dia da prova) até as 14 horas. Como eu estava na correria durante a semana, eu e a Aninha só pudemos ir no sábado pela manhã. Logo que abriu teve um pequena fila, mas foi bem rápido. A novidade no kit, que tinha o tema de Arraial foram os manguitos, que acompanharam a camiseta e a viseira. Para a retirada dos kits, além da apresentação do documento foi necessário o comprovante de vacinação contra a COVID.

Repetindo a última edição, as distâncias do percurso foram de 6 km e 10 km. Nessa prova eu costumo fazer a distância mais curta. Isso tem um motivo, quanto mais rápido chegar, mais tempo tenho para aproveitar o pós-prova, que é uma das principais atrações, com muitas guloseimas, música e painéis para fazer aquelas fotos.

O horário da largada mudou para as 21 horas e foi único para as duas distâncias. É melhor porque a praia já fica livre e facilita a vida dos atletas, principalmente em relação ao estacionamento. Por lá tem uma ampla avenida por onde é possível estacionar, mas que acaba lotando também. Umas das alternativas para quem chega mais em cima do horário é deixar o carro em um dos estacionamentos que cobravam R$ 20. 

Eu cheguei no Costão do Santinho por volta das 19h45 (sai daqui do continente às 19 horas) e já tive que deixar o carro no final dessa avenida, pois estava quase lotado. A Aninha não pôde ir no dia e acabei indo sozinho para a corrida. 

Como esse percurso de 6 km mudou na última edição, tinha como objetivo melhorar o tempo do final do ano passado, que foi de 33min04s. Apesar de não estar treinando tanto nesse início de ano achava que seria possível, principalmente pelas condições climáticas estarem favoráveis, sem aquela tradicional chuva, e o percurso mais seco.

A arena do evento já estava nos padrões de antes da pandemia, bem ampla, com várias atrações e liberado também para as tendas de assessorias esportivas, que compareceram em peso. Foi muito legal poder reencontrar os amigos. Alguns que não via desde antes da pandemia, alguns que estavam retornando as provas esse ano, alguns estreando, e outros abrindo a temporada do ano. Espero que não tenhamos recaída das restrições provocadas pela pandemia. Neste momento o número de infectados ativos e de mortes pela COVID-19 estava em crescimento, principalmente pela variante ômicron ser mais contagiosa, apesar de ser mais leve.

Minutos antes da largada foi feito um aquecimento geral, puxado pelo embaixador do evento Yann Rodrigues, o homem da "frase e da cantada do dia". A grande maioria dos atletas ainda usava máscara na concentração. Às 21h, sob uma linda queima de fogos, foi dada a largada para todos os atletas dos 6 km e dos 10 km. Partimos inicialmente pela areia mais fofa e logo fui buscar a areia mais dura, bem melhor para correr.

Tão logo fomos nos dispersando, retirei e guardei a minha máscara. Também levava na mão uma headlamp. Acho importante, pois em alguns pontos pelas trilhas e no trecho de volta da praia fica muito escuro. Essa primeira parte é mais tranquila. Um longo trecho de 1,6 km de areia mais firme. O 1º km foi o único que consegui fazer com o pace abaixo de 5 min/km.

Saindo da praia pegamos novamente a areia mais fofa para entrar nas trilhas das dunas. É a parte que normalmente eu sofro mais, pois exige mais força nas pernas. Estou acostumado a treinar no asfalto e em piso mais regular. Alguns trechos com chão batido facilitavam, mas por serem irregulares e a iluminação ser baixa muitas vezes dava até uma tropeçada.

Com 3 km percorridos chegamos na Praia do Ingleses, onde corremos por cerca de 200 metros e retornamos. Os atletas dos 10 km foram pelo lado esquerdo na Praia dos Ingleses. Eles percorrem um trecho maior e depois também retornam. Os meus paces no 2º e 3º km aumentaram, mas ainda estavam pouco acima dos 5 min/km.

A dificuldade maior foi na volta, com as pernas bem mais pesadas e a respiração mais ofegante. O ritmo foi caindo e a vontade de caminhar foi grande. Em alguns trechos com a areia mais fofa  não teve jeito. A volta teve quase o mesmo percurso da ida (ao contrário). Com isso passávamos por vários atletas e amigos.  

Nesse trecho mais interno (fora das praias), em alguns pontos com o chão mais firme, até dava pra arriscar correr mais forte, mas foi necessário muito cuidado com as irregularidades e o desnível para não tropeçar ou dar passo em falso. Eu particularmente me desequilibrei algumas vezes e quase caí, mas deu tudo certo.

Cheguei novamente na praia do Santinho muito cansado e a respiração no limite por causa do esforço nas areias mais fofas. Só faltava percorrer esses pouco mais de 1 km pela praia novamente. Mesmo estando mais livre para correr não consegui me recuperar e nem melhorar o pace, que acabou ficando por volta de 5:45 min/km. 

A chegada é bem animada e o público incentiva muito os atletas, principalmente na parte final onde a areia novamente é mais fofa. Dessa vez até arrisquei um sprint pra ganhar alguns segundos. Cruzei a linha de chegada com o tempo de 33min25 líquidos. Cheguei muito exausto e tive que parar por um tempo para me recuperar e me hidratar com bastante água.

Em seguida fui retirar a linda medalha em formato de balão, recebi uma máscara e uma cartela de tickets para trocar pelas guloseimas pós-prova. Essa é a parte gostosa da prova. Teve sacolinha com banana. barrinha SUPINO, paçoquita, garrafinha de suco de laranja Suq, cerveja Michelob Ultra e energético Nitrix.

Fazer a prova na distância mais curta e chegar mais cedo tem as suas vantagens para aproveitar as guloseimas, fazer uma boa massagem com a Elementos Massoterapia e aproveitar para reencontrar os amigos e colocar a conversa em dia. Depois ainda teve apresentação da banda Erva Rasteira que entreteve os atletas e o público ao som de forró. Finalmente teve a cerimônia de premiação, sendo que o embaixador da prova, Yann Rodrigues foi o campeão dos 6 km.  

Não consegui melhorar o meu tempo da edição passada por alguns segundos. Tenho certeza que foi por causa da volta que foi muito mais cansativa para mim. Mas tudo bem. Não foi dos piores e no ano que vem tem mais. Espero estar melhor preparado.

Fiquei muito feliz pelo evento ter voltado com tudo, como antes da pandemia. É uma prova que inicia o ano de muitos atletas e com um astral muito alto e divertido. São Pedro também colaborou e não mandou água. De chuva mesmo só teve a de fogos, iluminando o céu do Costão do Santinho. Mais uma vez a organização do evento deu um show e proporcionou uma grande noite para os corredores e amantes do esporte, com muita animação. Sou muito fá dessa prova e agora já são 10 edições completadas. Ano que vem tem mais !!!

Percurso da prova (6,12 km) - 2022
Kit da Night Run Costão do Santinho 2022
Retirada do kit com a Aninha na loja Decathlon da SC-401
Sofrendo nas areias fofas
(Foto: EKG - Foco Radical)
Sprint na chegada
(Foto: FCP - Foco Radical)
Alguns amigos que marcaram presença
Medalha na mão
Na área VIP logo após a chegada.
Alguns amigos do time de influenciadores digitais
Massagem pós-prova sempre é bom, com Elementos Massoterapia.
Medalha em formato de balão Night Run Costão do Santinho 2022
Certificado da Night Run Costão do Santinho 2022

Local: Praia Costão do Santinho - FLN//SC
Data: 05/02/2022
Horário: 21:00 hs (21:03 hs)
Distância: 6 km (6,12 km)

Inscrição: R$ 86,31 (lote inicial)
Kit: Sacolinha plástica, regata, viseira, manguito, pacote de cookies integral Vitao (80g), chip descartável e número de peito.

Tempo: 33min25s
Pace: 5:27 min/km
Tênis: Olympikus Pride 2

2022
6 km
Colocação: 009 de 042 (50-54 anos)
Colocação: 072 de 372 (masculino)
Colocação: 086 de 801 (geral)

10 km
Feminino - 162 atletas
Masculino - 284 atletas
Total: 446 concluintes

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

31/01/2022 - Comparativos e Retrospectiva 2021

 


Resumo de 2021

O ano de 2021 foi o menos intenso na minha vida de corredor, desde 2009. Com certeza por conta do desânimo provocado pela pandemia da COVID-19 ainda. Grande parte dos treinos foram realizados com a máscara até o mês de setembro e os poucos eventos de corrida colaboraram com essa desaceleração nas corridas e falta de objetivos.

No total, consegui fazer 5 provas oficiais. Todas depois do mês de setembro, quando a situação em relação a pandemia já estava melhorando com o avanço da vacinação e a queda no número de casos e mortes pela COVID-19. 

Começamos com a Night Run Costão do Santinho com 6 km pelas areias do Santinho. Depois teve a Corrida Outubro Rosa com 5 km. Em Novembro fiz as duas meias maratonas que sempre participo e não poderia deixar passar: a Meia maratona Internacional de Santa Catarina e a Meia & Maratona de Florianópolis. Sofri nesses 21 km, mas não deixei de finalizar. E pra fechar o ano fiz Corrida Internacional de São Silvestre, que por muito pouco não aconteceu. 

Nas corridas:
- Completei 13 anos na prática do esporte;
- Fiz 121 atividades entre treinos e corridas, e reduzi bem a distância média.
- Completei 406 corridas oficiais desde 2009;
- Concluí 05 corridas oficiais nas distâncias entre 5 km, 15 km e 21 km, durante o ano;
- Conclui 02 meias maratonas no ano. Totalizando até agora 68 concluídas;
- Não fiz maratonas em 2021. Ainda totalizando até agora 16 concluídas;
- Não consegui baixar nenhum tempo das principais distâncias;
- Não tive lesões mais graves. Corri limitado na respiração por causa do uso da máscara; 
- Gastei bem menos com inscrições de corridas, R$ 554,00;
- Queimei 93.948 calorias na atividades físicas. Bem menos que nos últimos anos.
- Corri aproximadamente 1.253 km por 116 horas, durante o ano todo.

Nas redes sociais:
- No Blog "Minha Vida de Corredor" atingimos mais de 259.000 visualizações;
- No Facebook titvemos 1.450 seguidores na página da Minha vida de Corredor - Eduardo Hanada: https://www.facebook.com/eduhanada/;
- No Instagram @minhavidadecorredor chegamos à 1.330 seguidores.
- No Instagram @eduhanada chegamos à 2.540 seguidores.

domingo, 9 de janeiro de 2022

31/12/2021 - 96ª Corrida Internacional de São Silvestre 2021

Foto: Foco Radical

96ª Corrida Internacional de São Silvestre 2021


A 96ª edição da Corrida Internacional de São Silvestre retornou em 2021, após ter sido adiada em 2020, por conta da pandemia provocada pela COVID-19. Na época a vacina encontrava-se ainda em fase de desenvolvimento. A edição de 2020 chegou a ser adiada para Julho de 2021 (meio estranho São Silvestre no meio do ano), mas ela também  não aconteceu. Fiquei até com receio de ainda não ser realizada no final de 2021, mesmo com a vacinação avançando. Ainda bem que confirmação da prova veio em Novembro. Eu tinha feito a minha inscrição um mês antes.

A expectativa para o retorno da maior corrida de rua do Brasil era grande. Já conhecia o nível de aglomeração que ocorre, principalmente na hora da largada. O número de inscritos ficou em torno 20 mil atletas segundo a organização, enquanto que na última edição de 2019 foram cerca de 35.000 atletas. Tinha que ter uma limitação mesmo para que ela pudesse acontecer de forma um pouco mais segura.

Ainda sem saber da confirmação efetiva da prova, a compra das passagens e hospedagem foram feitas mais perto do final do ano e acabei pagando um pouco mais caro. Ida e volta de Florianópolis para Guarulhos ficou em R$ 455,00, e hospedagem no Hotel Wyndham em R$ 345,00, com café da manhã, estacionamento gratuito, piscina, academia e check-out late estendido até às 14:00. Gostei também da localização, na Alameda Campinas, ficando a apenas duas quadras do Shopping Cidade de São Paulo. Muito bom.

Fui para São Paulo no dia 29/12, aproveitando antes para rever e visitar os meus pais. No dia 30, último dia da entrega dos kits, a Aninha chegou de viagem e fomos retirar os kits no Palácio de Convenções do Anhembi. Como tinha ido de carro utilizei o estacionamento do Anhembi que custou R$ 20. Próximo não tem onde estacionar. Tudo proibido. O valor do UBER para quem vinha do Aeroporto de Congonhas ficava em torno de R$ 40.

Para entrar no Palácio de Convenções foi necessário apresentar o comprovante de vacinação. Pra quem tinha foi tranquilo. Lembrei que ali tinha sido a minha colação de grau da faculdade em 1993, quase 30 anos atrás. Depois, baseado na cor do setor fomos direcionados para as respectivas filas, que praticamente não tinha quando chegamos. Era em torno de 14:00 e estava bem vazio. Retiramos os kits e demos uma voltinha na tradicional EXPO. Também estava bem calmo e sem grandes aglomerações.

Com os kits em mãos fomos direto ao Hotel Wyndham, próximo à Av. Paulista deixar as malas e almoçar no Shopping Cidade de São Paulo. Não fomos para outros lugares, pois o tempo estava chuvoso e ficou complicado passear com chuva. Até aquele tradicional passeio noturno pela Av. Paulista para ver os últimos preparativos ficou prejudicado. Ainda assim consegui encontrar alguns amigos aqui de Santa Catarina por lá. A chuva não deu muita trégua.

Como choveu durante à noite, imaginei que na largada, prevista para às 8h, não fosse ser diferente. Mas de manhã a chuva parou e o sol também ficou encoberto. Tempo gostoso para correr. O café no hotel foi servido às 6h, e ao contrário dos outros anos, estava bem tranquilo, sem muita aglomeração. Às 7h fomos para o local da largada. Eu e a Aninha estávamos no Setor Vermelho, mais ou menos na posição intermediária na divisão de cores para a largada. O controle de acesso aos setores estava bem rigoroso. Minha mãe, que costumava ir me ver, não pode ir este ano, pois teoricamente não deveria ter público.

Não tinha me preparado muito para correr a São Silvestre. Fiz somente alguns treinos de 15 km para testar se chegaria bem. A Aninha também foi participar sem treinar praticamente nada. Como se tratava de um retorno à São Silvestre depois que a pandemia começou, preferi então ir curtindo a corrida ao lado da Aninha, sem preocupação de tempo. A ideia era conseguir terminar bem os 15 km da São Silvestre para fechar esse duro ano de 2021. 

A área da concentração para a largada neste ano estava bem mais tranquila e espaçada. Não estava aquele aperto tradicional dos outros anos que a gente mal conseguia se mexer. Pessoal respeitou um certo distanciamento e a grande maioria utilizando máscaras. Eu e a Aninha ficamos próximo das câmeras de TV, e até arriscamos uns pulos pra ver se aparecíamos. Acho que aparecemos rapidamente, pelo menos na cobertura da TV Gazeta. Muita gente com cartaz e fantasiados. Não faltou nem a fantasia do Corona Vírus.

Às 8h05 largou o pelotão geral e lá fomos nós no meio daquele povo todo vibrando e comemorando aquele momento que dá até arrepio. Passamos pelo portal às 8h12min, hora de ativar o Garmin. Apesar da organização desaconselhar a presença de público para assistir, se via muita gente do lado de fora dando aquela força aos atletas. 

Como nesse início não dá pra correr direito pela grande concentração de atletas, aproveitei para ir fazendo vídeos no stories e postando. Aliás, havia muita gente tirando fotos e fazendo registros nesse trecho inicial. Personagens também era o que não faltavam. Teve mulher maravilha, Corona Vírus, Homem-Aranha, Dinossauro, Os Flinstones, Papai Noel, Chaves, Noiva, La Casa de Papel. Haja criatividade. Bem divertido.

Às vezes é até gostoso correr sem preocupação de fazer um bom tempo. Não ficamos com aquela sensação do coração saindo pela boca por conta do ritmo que impomos. A parte inicial da São Silvestre é praticamente em descida, e dá tempo de fazer um melhor aquecimento. Fui acompanhando e seguindo no ritmo da Aninha e da turma, pois no começo ainda é bem congestionado. Nem ficamos desviando tanto.

Os primeiros 5 km corremos com pace próximo de 6:30 min/km, passando pelo estádio e avenida do Pacaembú. Essa é a parte boa e mais tranquila. É mais ou menos o ritmo que dá pra correr devido a concentração de atletas. Porém, logo o sol apareceu e já começou a esquentar mais. .

Altimetria

Os postos de hidratação estavam dispostos mais ou menos a cada 3 km. E dessa vez, em todos eles eu consegui pegar água ainda gelada. Pegava um copo para beber na hora e outro pra beber ao longo do trecho e também para dar uma refrescada na cabeça. 

Com cerca de 8,5 km, na Alameda Barão de Limeira, a Aninha teve que fazer um rápido pit stop em um posto de gasolina, que encontramos do outro lado da rua. Acho que perdemos pouco mais de 1 minuto apenas. O problema é que o calor em seguida foi apertando e tivemos que começar a alternar caminhada e trote leve. 


Durante a prova sempre acabamos encontrando conhecidos, mesmo que virtuais e das redes sociais, até então. Passou pela gente a @cintiarmaia, atleta de Belo Horizonte/MG. Deu até pra bater um papinho enquanto corríamos. Muito legal. Foi um prazer.

Aproveitando o ritmo mais leve eu peguei o celular e fui registrando algumas passagens e publicando. Logo chegamos ao 10º km, próximo do Largo do Arouche. O interessante de correr sem tanta preocupação com o tempo é que podemos observar a prova melhor, tanto os atletas que seguem ao redor, como as ruas por onde passamos: Av. Duque de Caxias, Largo do Arouche, cruzamento da Av. Ipiranga com a Av. São João (passamos duas vezes), Av. Rio Branco, Praça da República, Largo do Paiçandu. 

A expectativa maior fica por conta da chegada da Av. Brigadeiro, que acontece no 13º km. A empolgação do pessoal fica a mesma do início de prova, gritando em coro: "Huuu, Brigadeiro, Huu, Brigadeiro". Poucos sabem que a encrenca está só começando. Bem nessa hora começou a chover e confesso que foi até bom, pois deu aquela refrescada. Subimos bem de boa e foi até mais tranquilo encarar essa subida. Dessa vez não teve a tradicional distribuição de cerveja no "km 41". Que pena. Chegamos bem sóbrios na Av. Paulista.

É emocionante quando entramos pela Av. Paulista. Bate aquela vontade de dar um sprint final até o portal de chegada com a vibração do público presente. Eu e a Aninha demos uma acelerada e chegamos juntos no portal. Cruzamos a linha de chegada com o tempo líquido exato de 1h58. Foi a edição mais tranquila para mim, pois fui só curtindo e acompanhando a Aninha, que mesmo sem treino fechou bem os 15 km. Não senti nenhuma dor e nenhuma ameaça de cãibra como da última vez.

Chegamos, descansamos um pouco, nos hidratamos, fizemos vários registros e depois fomos receber a medalha, entregue mediante a troca pelo chip descartável. Recebemos também um kit lanche, com torrone, barra de cereal e um pacote de waffer. Procuramos ficar meio isolados, mas nessa hora a aglomeração foi intensa, principalmente na saída para ter acesso ao caminho do hotel.

Finalizei a minha 11ª participação na São Silvestre e a Aninha a sua 4ª participação. Estava preocupado com aquela aglomeração toda que a edição de 2019 teve, com cerca de 35 mil atletas. Mas dessa vez, com a limitação do número de participantes, parece que ficou um pouco mais fácil para a concentração na largada e para correr. Ficamos felizes por ter ido tudo bem e que pudemos concluir mais essa edição da São Silvestre, a primeira depois do início da pandemia. Me arrisco a dizer que esse número de atletas para a prova ficaria de bom tamanho para os atletas, evitando as super aglomerações.

Percurso e condições climáticas da São Silvestre 2021
Kit da 96ª Corrida Internacional de São Silvestre 2021
Números na mão
    
Conferindo o percurso. O mesmo. 
Concentração na largada
Eu e a Aninha corremos lado a lado a prova toda.
Passando em frente ao Teatro Municipal de São Paulo
Lá vamos nós rumo a Av. Brigadeiro. Só alegria.

Medalha e kit pós-prova na mão. 
Eu e a Aninha com as medalhas, frente e verso (nem tinha notado)
Feliz com mais uma São Silvestre concluída com sucesso
Medalha da 96ª Corrida Internacional de São Silvestre 2021
Com os meus pais que sempre me apoiam e me incentivam.

Local: Av. Paulista - São Paulo/SP
Data: 31/12/2021
Horário: 8h (8h12)
Distância: 15 km (15,39 km)

Inscrição: R$ 210,00
Kit: Sacola, camiseta, 1 pacote de massa Grano Duro Adria 500g, 1 pacote de torrada integral 142g Adria, 2 garrafinhas de Molico Proteico 270ml, 1 sachê de carbup 30g, 1 pacote de café Gourmet 3 Corações 250g, 8 sachés de café solúvel liofilizado 2g, 2 sachês de gel bendita cânfora, número do peito e chip descartável (para troca pela medalha ao final).

Tempo: 1h58
Pace: 7:36 min/km
Tênis: Saucony Kinvara 11

2021
Colocação: 947 de "1.270" (50-54 anos)
Colocação: 8.020 de "11.011" (masculino)
Colocação: 10.360 de "15.603" (geral)

2019
Colocação: 769 de "2.700" (45-49 anos)
Colocação: 5.350 de "19.969" (masculino)
Colocação: "6.002" de "30.086" (geral)

2018
Colocação: 340 de "2.332" (45-49 anos)
Colocação: 2.378 de "17.629" (masculino)
Colocação: "2.548" de "26.155" (geral
)